A partir desta segunda-feira (15), o Brasil passa a contar com uma nova estrutura dedicada à salvaguarda e promoção dos direitos da população idosa. O objetivo primordial é intensificar a colaboração entre as diversas esferas governamentais e organizações, visando ao aprimoramento das iniciativas públicas destinadas a esse grupo demográfico.
Conforme detalhado na Portaria nº 1.058/2026, emitida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, esta rede tem como propósito central articular esforços para garantir o pleno acesso aos direitos, fundamentando suas ações nos pilares da equidade, da não discriminação e da valorização das distintas fases do processo de envelhecimento.
A participação nesta iniciativa será de caráter voluntário, e cada instituição aderente arcará com os custos inerentes à sua colaboração.
Dentre as responsabilidades e focos de atuação da rede, destacam-se:
- Fomentar o federalismo cooperativo;
- Estimular a criação de diagnósticos abrangentes sobre o processo de envelhecimento populacional;
- Robustecer a participação da sociedade civil;
- Prestar suporte a fóruns e organizações dedicadas à proteção dos direitos dos idosos.
A gestão e a coordenação desta empreitada ficarão a cargo da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, em colaboração estreita com o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa.
Adicionalmente, a portaria determina que os membros participantes deverão trocar dados e informações, acompanhar a implementação de políticas públicas e submeter planos de ação que estejam em consonância com as orientações estabelecidas pela rede.

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