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Segunda-feira, 04 de Maio 2026

Direitos Humanos

Programa Antes que Aconteça pretende fortalecer a proteção às mulheres

Entre as ações, destacam-se a criação de Salas Lilás em instituições públicas e a expansão das casas abrigo.

Sou do RN
Por Sou do RN
Programa Antes que Aconteça pretende fortalecer a proteção às mulheres
© Rovena Rosa/Agência Brasil
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Com o objetivo de fortalecer a rede de prevenção e suporte a mulheres em situação de violência em todo o país, o Programa Antes que Aconteça entrou em vigor nesta segunda-feira (4).

Conforme detalhado na edição do Diário Oficial da União divulgada hoje, a iniciativa contempla a criação de Salas Lilás. Esses ambientes, pensados para serem acolhedores e humanizados, serão implementados em órgãos governamentais e instituições de segurança, como delegacias, para oferecer amparo a mulheres e meninas que sofreram violência.

Os principais propósitos do programa incluem:

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Leia Também:

  • Diminuir as taxas de feminicídio e de violência doméstica e familiar;
  • Intensificar a rede de atendimento, combate e proteção às mulheres;
  • Incentivar a autonomia financeira e o empreendedorismo entre as mulheres;
  • Educar e sensibilizar a sociedade sobre a equidade de gênero, com ênfase no contexto escolar.

Adicionalmente, haverá uma expansão no número de casas abrigo. Tais locais oferecem refúgio temporário a mulheres e seus dependentes que se encontram em risco iminente, garantindo segurança e suporte.

O projeto também contempla a oferta de serviços itinerantes por meio de unidades móveis e vans. Essas equipes levarão atendimento psicológico, jurídico e social gratuito a áreas de difícil acesso, escolas e comunidades, ampliando o alcance do suporte.

O Programa Antes que Aconteça é fruto de uma colaboração entre a Bancada Feminina do Congresso Nacional, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público.

Em 2025, o Brasil registrou um número recorde de feminicídios, totalizando 1.518 vítimas no ano passado, o que representa uma média de quatro mortes diárias.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil

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