Portal de Notícias do RN

Aguarde, carregando...

Sábado, 06 de Junho 2026
Lula começa tratamento de radioterapia após remoção de lesão no couro cabeludo

Geral

Lula começa tratamento de radioterapia após remoção de lesão no couro cabeludo

O procedimento preventivo, conduzido no Hospital Sírio-Libanês em Brasília, compreenderá 15 sessões

IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou, nesta segunda-feira (25), um ciclo de radioterapia na região do couro cabeludo. Esta medida foi adotada em decorrência da remoção de uma lesão cutânea ocorrida em 24 de abril. O tratamento, realizado no Hospital Sírio-Libanês em Brasília, possui caráter preventivo e está programado para 15 sessões.

Segundo o hospital, o chefe de Estado continuará com suas atividades diárias sem impedimentos, sob a supervisão das equipes médicas chefiadas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio.

Conforme informado pelo Palácio do Planalto, as sessões serão realizadas ao longo de três semanas, com cada uma durando aproximadamente dois minutos.

Publicidade

Leia Também:

Mesmo com o início do procedimento na manhã desta segunda-feira, o presidente mantém sua agenda de compromissos no Palácio do Planalto, que inclui um evento com representantes de países africanos.

Acompanhe o canal da Agência Brasil no WhatsApp.

A radioterapia preventiva sucede uma intervenção cirúrgica realizada em abril, na capital paulista, para a remoção de um carcinoma basocelular do couro cabeludo. Naquele momento, os profissionais de saúde confirmaram que a operação transcorreu sem intercorrências, e o presidente recebeu alta no mesmo dia.

O carcinoma basocelular é a modalidade mais comum de câncer de pele, frequentemente associado à exposição solar. Caracteriza-se por ser uma lesão de crescimento lento, com rara disseminação para outras partes do corpo e altas chances de cura quando detectado precocemente.

O boletim médico desta segunda-feira foi assinado pelo diretor de Governança Clínica do Sírio-Libanês, Rafael Gadia, e pelo diretor clínico, Volney Vilela.

FONTE/CRÉDITOS: Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): © Paulo Pinto/Agência Brasil

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Sou do RN
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível.
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR